De Volta Ao Graffiti
- 26/6/2009
- Arte, Sociedade
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O graffiti é a derradeira arte de rua e um tema que gostamos de abordar aqui no Dementia. Bem utilizada esta pode ser uma arte inspiradora e fornecer às ruas muito mais cor e alegria…
Já a chamámos “Uma Arte Sem Fronteiras!” e sabemos que quando é utilizado no momento certo o graffiti pode ser divertido e servir para deixar mensagens interessantes. Foi desde o seu início uma forma de expressão e generalizou-se no final dos anos 60 quando os muros de Paris foram utilizados para inscrições de carácter poético-político. Mas só mais tarde iria ganhar a dimensão que tem hoje…
O primeiro grande artista do grafitti reconhecido chamava-se Jean-Michel Basquiat, de ascendência porto-riquenha por parte de mãe e haitiana por parte de pai, Basquiat no final dos anos 70 chamou despertou a atenção dos media, devido a mensagens poéticas que deixava nas paredes, juntamente com uma assinatura que dizia: “SAMO” ou “SAMO shit” (“same old shit”, ou, traduzindo, “a mesma merda de sempre”). Ele faleceu em 1988 vítima do consumo excessivo de drogas, mas ganhou o título de neo-expressionista e é considerado um dos artistas mais relevantes do final do século XX…
Nunca nos podemos esquecer que o verdadeiro graffiti é muito mais do que simples pinturas nas paredes, é uma atitude, uma filosofia, uma autêntica arte urbana. Aqui ficam algumas imagens:




















Dementia é: a arte de rua…mas é uma bela demência…

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Graffiti é uma grande arte! É pena que muitas vezes seja utilizada para actos de vandalismo…
A arte de Graffitar não é para quem quer é para quem sabe :cheerful: !!
Abraço,
Tiago Santos